Archive for the Jazz Category

Hélio Delmiro – Chama (1984)

Posted in Hélio Delmiro, Instrumental, Jazz with tags on março 27, 2009 by Lobo Mau

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Hélio Delmiro começou seu aprendizado musical aos cinco anos de idade quando seu irmão mais velho, Juca, lhe deu um cavaquinho de presente. Com a ajuda de seu outro irmão que já tocava violão começou a ter as primeiras noções do instrumento. E aos quatorze anos começou a acompanhar cantores em bares. Quatro anos mais tarde junto com Cláudio Caribé na bateria, Luizão Maia no contrabaixo e Márcio Montarroyos no trompete formou o quarteto Fórmula 7. Porém o grupo não durou muito tempo.

Em 1967, atuou, ao lado de Antônio Adolfo (piano), Gusmão (baixo), Nelsinho (bateria) e os cantores Eduardo Conde e Beth Carvalho, no Conjunto 3-D. Nessa época, dedicou-se ao estudo e à pesquisa do jazz, e também à técnica erudita, tornando-se bastante requisitado nos estúdios de gravação.

Em 1978 participou ao lado do pianista Luis Eça do primeiro festival de jazz de São Paulo num trio de guitarristas que contava ainda com Larry Corryell e Philip Catherine. Gravou três anos mais tarde ao lado de outro pianista, desta vez César Camargo Mariano o álbum Samambaia. Gravou ainda diversos discos com Gato Barbieri e Tom Jobim. Participou em 1982 do Festival de Berlin tocando com Charlie Haden, Carla Bley e Paul Motion, entre outros. Voltando a se apresentar no exterior novamente quatro anos mais tarde, no festival de jazz da Espanha, ao lado de Paulo Moura e César Camargo Mariano.

Em 1984, gravou o LP “Chama” (Som da Gente), com destaque para “Folha morta” (Ary Barroso) e “Mulher Rendeira” (Zé do Norte).

Fontes: eJazzDicionário Cravo Albin

Jethro Tull – Stand Up [Remaster]

Posted in Internacional, Jazz, Jethro Tull, Rock Progressivo on dezembro 18, 2008 by Lobo Mau

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Stand Up (1969) é o segundo álbum da banda britânica Jethro Tull. Antes de sua gravação, o guitarrista e co-fundador Mick Abrahams deixou o grupo devido a diferenças musicais com Ian Anderson. Abrahams queria manter o som blues-rock de This Was, enquanto Anderson preferia explorar outros formatos musicais. Stand Up representa o primeiro álbum onde Anderson exerce controle total sobre as músicas e composições (com exceção de “Bouree”, de Johann Sebastian Bach, adaptada para um formato jazzístico), demonstrava o abandono do blues em favor do nascente estilo progressivo, então em desenvolvimento por grupos como King Crimson, The Nice e Yes.
Stand Up alcançou a primeira colocação entre os mais vendidos na Grã-Bretanha.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/

Billie Holiday – The Complete Decca Recordings 1944-50

Posted in Billie Holiday, Internacional, Jazz with tags , on dezembro 2, 2008 by Lobo Mau

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         [CD 1: Parte 01Parte 02]
         [CD 2: Parte 01Parte 02]
Billie Holiday (nacida Eleanor Fagan Gough), foi criada em Baltimore por pais adolescentes.
Sua vida como cantora começou em 1930. Ameaçada de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie sai à rua em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou seu nome artístico (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Billie_Holiday )
Ver tambem: http://certasmusicas.digi.com.br/jazzblues/billieh.html.
Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, sua dicção, seu fraseado, e sensualidade à flor da voz, expressam incrível emoção. Para alguns, Billie foi a melhor cantora de jazz de sua geração mas para muitos críticos, ela é a melhor de todos os tempos. As Gravações Completas que Billie Holiday fez para de Decca estão no álbum The Complete Decca Recordings 1944-50. São dois CDs que reúnem o melhor de seu estilo, como “Don’t Explain (First Version)” e “God Bless the Child”.

Cole Porter & George Gershwin, Canções – Versões

Posted in Cole Porter, George Gershwin, Jazz with tags , , on novembro 25, 2008 by Lobo Mau

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Expoentes do período clássico da música popular americana, os anos 20, Cole Porter e os irmãos George e Ira Gershwin estão entre os maiores criadores de canção de todos os tempos.
George (1898 – 1937) e Ira Gershwin (1895 – 1983) formaram uma das parcerias mais célebres da história da arte de conjugar palavras e sons. George deixou sua contribuição também no campo erudito, ao qual incorporou o jazz e folk.
Ao contrário dos Grishwin e de outras duplas da época, Cole Porter (1891 – 1962) compunha letra e música sozinho. Tidas no início como intrincadas demais, suas canções foram aos poucos ganhando audiência até se tornarem clássicos internacionais.
O CD “Cole Poter e George Gershwin: Canções Versões” é uma concepção de Carlos Rennô, que também é responsável pela produção artistica. A produção é de Rodolfo Streter e algumas faixas são produzidas por Celso Fonseca. As músicas são interpretadas por: Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Elza Soares, Rita Lee, Zélia Duncan, Ed Motta, Cássia Eller, Sandra de Sá, Paula Toller, Jane Duboc, Jussara Silveira, Carlos Fernando e Monica Salmaso.

Chet Baker – Let’s get lost (bread, butter and Champagne)

Posted in Chet Baker, Cool Jazz, Internacional, Jazz with tags , , on novembro 24, 2008 by Lobo Mau

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Chet Baker (Yale, Oklahoma, 23 de dezembro de 1939) iniciou seu aprendizado musical aos 13 anos em Los Angeles, para onde sua família mudou-se. Ganhou experiência em conjunto de danças mas foi ao prestar serviço militar em San Francisco que realmente teve o seu aprendizado, no clube “Bop City”, tocando ao lado de grandes músicos.
Encarnou como ninguém a figura do jazzista elegante, cool e autodestrutivo. Basta comparar suas charmosas fotos da década de 50 com sua pertubadora imagem no documentário Let’s Get Lost, dirigido pelo fotógrafo de moda Bruce Weber, meses antes de sua morte. Como um Dorian Gray às avessas, Baker tinha no rosto marcas profundas que diziam muito mais do que suas palavras. Hojes, o carisma musical de Chet Baker permanece vivo em suas gravações.
Expoente da geração do cool jazz (também conhecido com West Coast jazz), apoiado na típica sonoridade sem vibrato de seu trompete, Baker tembém conquistou muitos fãs com cantor. Seus vocais suaves e contidos, quase sussurrados, chegaram a influenciar até músicos brasileiros, como os tropicalistas Caetano Veloso e Gal Costa ou vários adeptos da bossa nova.

Fonte: Coleção folha clássicos do jazz (folha de São Paulo) vol. 7